tudo estava manchado de sangue e tinta, o som que ruía atravéz do véu gélido vinha de dentro. o medo, o frio, o sangue e a água: não apenas uma luta física que houvera ali. tal cenário era o reflexo dos estragos internos. ora, ele estava deitado ali e vivo! estava bem e mal estava sujo. isso no seu lado externo. o interno... o interno era a sala de onde o som da dor os faziam doer, e a vida mais uma vez é simplesmente exposta. vida? nos olhares assustados e astutos daqueles que insistem em encontrar razões brilhava, mais uma vez a certeza de que suas conclusões não explicam nada. porém iriam explicar denovo. criar denovo e alimentar aquilo que nem em sua mais profunda partícula vivia a verdade. era tudo novo, denovo.
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