Queria escrever algo sobre você. Não consigo. Queria escrever realmente sobre você. Sobre o seu real, o real em você. Sobre a simplicidade; inspirado pelo cansado romantismo do ‘vento em seus cabelos’. Pode até ser o ‘brilho no seu olhar’. Falar sobre a realidade é complicado. Inventamos então o piegas: Se hoje é piegas, foi real. De tão real se tornou piegas e de tão piegas se tornou real, enfim.
Mas sobre você... algo inexplicável (caindo outra vez no inconfundível blá blá blá). Posso descrever com os míseros adjetivos tudo que sinto quando o vejo andar? Poderia, se os adjetivos não fossem míseros.
Então logo penso que não sei escrever. Não sobre você.
E então saberei escrever sobre o que? Talvez o de sempre, por que não? Mas... não. O de sempre está escrito. Junto tudo então e torno sobre você a minha escrita.
Não. Sobre você não existe o suficiente, existe o real, existe aquilo que se sente. Aquilo que eu sinto. Queria dizer só eu, talvez seja só eu. Mas sinto e fico feliz em sentir... me pertence essa parte de você, e como já me disse antes, meu amor: tu és a causa da minha escrita.
Mas sobre você... algo inexplicável (caindo outra vez no inconfundível blá blá blá). Posso descrever com os míseros adjetivos tudo que sinto quando o vejo andar? Poderia, se os adjetivos não fossem míseros.
Então logo penso que não sei escrever. Não sobre você.
E então saberei escrever sobre o que? Talvez o de sempre, por que não? Mas... não. O de sempre está escrito. Junto tudo então e torno sobre você a minha escrita.
Não. Sobre você não existe o suficiente, existe o real, existe aquilo que se sente. Aquilo que eu sinto. Queria dizer só eu, talvez seja só eu. Mas sinto e fico feliz em sentir... me pertence essa parte de você, e como já me disse antes, meu amor: tu és a causa da minha escrita.
Ela ainda brinca. O vento é forte, faz os galhos do grande abacateiro atrás sacudirem furiosamente, lançando ocasionalmente uma infeliz folha na areia onde Ela insiste em desenhar.
Na varanda encontra-se a mulher.
Nada no mundo é mais importante para ela do que observar a pequena figura agachada na sombra da árvore. E assim o fazia. Assim o fez durante minutos apenas. Para Ela poderiam ser anos, vidas! Ah! A inocência do brincar - pensava a mulher com os olhos vidrados - a doçura e a certeza de que tudo está ali, perto o suficiente de um olhar.
Ela ainda brinca. Até quando? Qual é o limite da consciência, que traz tantas dores, que faz desses sonhos de algodão um peso, um fardo de incertezas?
Mas ela ainda brinca, suspira a mulher.
Nada de preocupações agora, Ela é tão jovem!
Tudo está bem... Tudo ainda está bem.
Na varanda encontra-se a mulher.
Nada no mundo é mais importante para ela do que observar a pequena figura agachada na sombra da árvore. E assim o fazia. Assim o fez durante minutos apenas. Para Ela poderiam ser anos, vidas! Ah! A inocência do brincar - pensava a mulher com os olhos vidrados - a doçura e a certeza de que tudo está ali, perto o suficiente de um olhar.
Ela ainda brinca. Até quando? Qual é o limite da consciência, que traz tantas dores, que faz desses sonhos de algodão um peso, um fardo de incertezas?
Mas ela ainda brinca, suspira a mulher.
Nada de preocupações agora, Ela é tão jovem!
Tudo está bem... Tudo ainda está bem.
tudo estava manchado de sangue e tinta, o som que ruía atravéz do véu gélido vinha de dentro. o medo, o frio, o sangue e a água: não apenas uma luta física que houvera ali. tal cenário era o reflexo dos estragos internos. ora, ele estava deitado ali e vivo! estava bem e mal estava sujo. isso no seu lado externo. o interno... o interno era a sala de onde o som da dor os faziam doer, e a vida mais uma vez é simplesmente exposta. vida? nos olhares assustados e astutos daqueles que insistem em encontrar razões brilhava, mais uma vez a certeza de que suas conclusões não explicam nada. porém iriam explicar denovo. criar denovo e alimentar aquilo que nem em sua mais profunda partícula vivia a verdade. era tudo novo, denovo.
Assinar:
Postagens (Atom)

