sozinho comigo mesmo.

Sinto-me como um espeço reservado para o meu dono. Sim, eu sou o dono de mim mesmo, claro.. mas pensamos como dois 'eus'. O Eu social, ou seja, como uma sala onde as pessoas que entram passam a se relacionar comigo, onde estão meus amigos, meus 'amores', as coisas de mim para o mundo e do mundo para mim... E o 'Eu mohr'. O Eu, as minhas agonias, as minhas dores, meus valores e as coisas que tenho como verdade. Pense agora como esse Eu mohr sendo o dono da sala do Eu social. Então tudo que acontece no meu Eu social é refletido no meu Eu mohr, onde as idéias passadas do mundo para mim são atritadas e sofrem a repercursão negativa ou positiva.
Pensando assim eu passo a ser a única pessoa que entende de fato as atitudes que eu mesmo tomo, sendo assim difícil de fazer pessoas entenderem o porque de certas coisas, afinal certas coisas são julgadas pelos meus valores, coisas que eu acredito, coisas que eu tenho como pilar em minha vida, e não cabe a pessoas de dentro de tal sala julgarem o que é certo ou errado, pois é certo que há um limite entre o respeitar e o aceitar.
Não que eu seja uma porta ao ouvir conselhos, peloc ontrário. Mas enfim, valores são valores, tem coisas que eu sei ser bom para mim, mesmo não passando pela compreenção de alguns.
Afinal, [ditadura]tudo deve ser assim. [/ditadura]


:*

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